Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade. Dum rei;amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!
Florbela Espanca
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
domingo, 22 de maio de 2011
O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito,uma angústia constante que nem eu mesma compreendo. Pois estou longe de ser uma pessimista.
Sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada.Uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade... Sei lá de quê!
Sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada.Uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade... Sei lá de quê!
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